sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Meus enganos, meus amores, minha vida!

Que eu nunca me engane com sua doçura
Pois meus olhos entregam tamanha amargura
E o medo que guardo, não lhe deixe aflito
E não te atormentes se expressar-me com gritos

Um amor poeta, ferido na luta
Mesmo ao fim da guerra, mantém a disputa
Como um prisioneiro, caído no chão
Ergue a cabeça, louva ao coração

Se a morte não salva do triste destino
Por que me entregar? Já não faz sentido
Para mais uma luta, estou a dispor
E que desta vez, vença o nosso amor

(Tiago Luiz)

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