terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Ao som dos ventos

Ao som dos ventos
Que respiram meus próprios medos
Que por muitas vezes me declararam o seu amor
Eu dancei, sorri e chorei.
E tudo que ali eu via
Parecia uma névoa cobrindo meus sentimentos
Se meu coração fosse mais frio
Se minha mente lentamente avançasse
Meus desejos e anseios
Terminariam sem construir os meus sonhos
E a sabedoria de um solitário
Não engrandece as famintas bocas
Mas de uma pequena chama
Inicia-se o fervor de um grande incêndio

(Tiago Luiz)

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