Tenho medo dos meus medos
Dos meus erros, dos meus modos.
Tenho anseio por um tempo
Onde o tempo não se esquece
Já na há valor que me acalma
A mão sobre minha alma
Um leve e doce beijo
Um sonho e um desejo
Não espero pelo vento
Que se entrega por inteiro
Que me cobre ao seu canto
Onde nele caiu em prantos
Se os meus olhos falassem
Minhas lágrimas secavam
O meu corpo escarnecido
O pó e a terra me tragavam
(Tiago Luiz)
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